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Esta página está disponível para consulta das notícias e outros artigos, que foram sendo publicados ao longo dos cerca de 15 anos em que esteve ativa, até Julho de 2023,  quando foi substituída pela atual página principal da EPM-CELP, de modo a manter vivo este registo histórico da Instituição.

Horário de funcionamento

A BEJC está aberta à Comunidade Escolar (aos alunos, encarregados de educação, pessoal docente e não docente) entre as 7H00 e as 18H00, sem interrupção, de segunda a sexta-feira.

Organização

A BEJC possui um acervo documental das várias áreas do conhecimento, de acesso livre, organizado de acordo com a CDU (Classificação Decimal Universal), além de material audiovisual e multimédia.
Organiza-se por áreas funcionais devidamente equipadas, de forma a promover o desenvolvimento das atividades que decorrem no seu espaço.


Zonas Funcionais

  1. Receção/acolhimento
    Registo de entradas; solicitação de cacifo; empréstimo (requisitar e devolver o material emprestado).
  2. Leitura formal /informal
    Leitura individual informal e formal; consulta, estudo e pesquisa; seleção de livros para requisição; realização de trabalhos individuais e em grupo.
  3. Sala de computadores
    Pesquisa de informação com recurso à Internet; realização de trabalhos; consulta de email.
  4. Biblioteca Viva
    Visionamento de DVD, VHS; jogos de mesa/tabuleiro; desenvolvimento de atividades de leitura e escrita.

Equipa

Coordenação: Ana Paula Relvas
Funcionários não docentes: Sandra Anjo (técnica superior), Paulo Mulhanga, Narciso Nataniel e Nunes Vitorino (assistentes operacionais)

Contactos

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(+258) 21 481300 – Ext. 329; 363
87 13 30 000
84 30 53 012

Patrono

Imagem1Poeta maior da Língua Portuguesa, José Craveirinha, filho de pai português e mãe moçambicana, nasceu em Lourenço Marques, atual Maputo, a 28 de maio de 1922, e faleceu em Johannesburg, a 6 de fevereiro de 2003.
Além de poeta, foi jornalista, funcionário, desportista, associativista e humanista. Enquanto jornalista participou em diversos jornais e revistas, entre os quais a “Voz de Moçambique, a Tribuna, o Diário de Moçambique, o Brado Africano e o Notícias.
O seu primeiro livro, Xigubo, foi editado em 1964 pela Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa, tendo sido apreendido pela PIDE.
Preso pela PIDE, entre 1965 e 1969, foi na prisão que conheceu Malangatana e Rui Nogar, duas grandes referências da cultura moçambicana.
Foi presidente da Associação Africana na década de 80 e da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Escritores Moçambicanos entre 1982 e 1987.
Foi o primeiro escritor africano a receber o Prémio Camões em 1991, tendo sido distinguido e recebido vários prémios nacionais e internacionais.
Em 2003, foi instituído o Prémio José Craveirinha de literatura pela Associação dos Escritores Moçambicanos, patrocinado pela Hidroelétrica de Cahora Bassa.
Das suas obras, destacam-se Xigubo, Karingana ua Karingana, Cela 1, Maria 1 e 2; Babalaze das Hienas, Hamina e outros contos, Poemas da Prisão, Poemas Eróticos, Vila Borghesi e outros poemas, algumas editadas postumamente.
José Craveirinha é, desde 2002, o patrono da biblioteca escolar da Escola Portuguesa de Moçambique, tendo esta recebido o seu nome.

Para saber mais, clique aqui.

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