Durante anos, Sílvia Bragança fez da sua vida, sua experiência, um modelo de complementaridade cultural que, além de tintas, quadro e inspiração, unia almas e povos. E fê-lo com prazer, a gravar a sua lírica sobre
Interventiva, certeira, a sua relação com a nossa Escola veio a materializar-se quando, na doçura do seu amor pelas crianças, pintou com os alunos um mural, no bloco do pré-escolar. São rabiscos e miniaturas pincelados que cruzam cores, sombras, sonhos, nostalgias, alegria e liberdade criativa de duas gerações. E era isso que a definia: uma artista plástica de intervenção que pincelava em versos o comportamento Humano; uma humanista que gostava de estrelas e amava crianças.
Por isso, nesta data, a Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) associa-se aos amigos, admiradores e familiares de Sílvia Bragança, prestando uma singela homenagem à sua vida e obra.