Iniciou hoje, até o dia 30 de março, a Feira do Futuro, um evento que visa contextualizar e preparar os alunos dos 9.º, 10.º, 11.º e 12.º anos sobre o acesso ao Ensino Superior nas áreas de Ciências e Engenharias, Ciências Sociais e Humanas, Saúde e Desporto, Gestão e Economia, e Artes sobre as lideranças, as profissões e todas as dificuldades inerentes a estes processos. Promovida pela Associação de Pais e pela Coordenação e Direção da EPM-CELP, a feira abrange cerca de 450 alunos da Escola e outros interessados.
De acordo com Carolina Dias, representante da Associação de Pais, o evento comporta três objetivos específicos, sendo, para “O 12.º ano, dotar os alunos de ferramentas e informação sobre as condições do acesso ao Ensino Superior, as diferentes ofertas curriculares existentes e apoiá-los na tomada de decisão sobre as mesmas. No 9.º ano, vamos proporcionar uns momentos diferentes da aprendizagem formal da escola e focarmo-nos noutro conjunto de competências como trabalho em equipa, liderança, para que os alunos tenham ideias fora da caixa e, consequentemente, consigam resolver os desafios que iremos colocar”, explicou.
Para os 10.º e 11.º anos, o programa será dividido em dois momentos. Denominado “speed dating das profissões”, o primeiro visa colocar os alunos em diálogo com profissionais de diversas áreas e o segundo incidirá na importância das soft skills. “Os alunos terão oportunidade de tirar dúvidas sobre os desafios e paixões dos profissionais bem como sobre o quotidiano deles. Teremos aqui um conjunto de pais e profissionais que se disponibilizaram para falar com os nossos alunos”, referiu Carolina Dias para quem “É preciso mostrar a importância de cada profissão para que os alunos não tenham apenas as mesmas referências familiares”.
Hoje, o ciclo de sessões começou com Eduardo Filho, presidente da Associação Juvenil Inspirar o Futuro, que explicou todo o processo para o acesso ao Ensino Superior, desde a fase das candidaturas online, os documentos necessários, as propinas – tanto nas universidades públicas, como privadas -, as permutas, as bolsas de ação social, os prazos de matrículas, entre outros procedimentos e obrigações.
A sessão, que começou com uma atividade lúdica para se perceber o nível de conhecimento sobre o assunto, dissipou dúvidas e revitalizou o princípio do amor à educação. Por isso, frisou: “Escolham qualquer uma dessas opções, mas não vale escolher nada. Ficar reformado aos 18 não é uma boa opção”.
A sessão foi gravada e pode ser vista aqui!