Com o objetivo de perceber a problemática do cancro da mama e sensibilizar para a sua prevenção, bem como compreender as orientações médicas de combate à doença, a Associação de Estudantes (AE) da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) organizou, ontem, uma sessão que juntou, no Auditório Carlos Paredes, especialistas do Hospital Central de Maputo, representantes da Associação Contra o Cancro da Mama e dirigentes, funcionários e alunos da nossa Escola.
Para Luísa Jamisse, também médica do HCM, a incidência do cancro da mama também tem base no perfil psicológico, no histórico familiar, na massa corporal, sendo necessário para a sua prevenção “não consumir bebidas alcoólicas, praticar exercício físico, manter o peso adequado, realizar a mamografia de rastreio e ir regularmente a consultas nos centros de saúde ou hospitais”, afirmou. A melhor técnica para evitar a disseminação da doença é a mamografia, que, segundo Luísa Jamisse, deve ser realizada pelas mulheres a partir dos 45 anos de idade, sobrando para as restantes idades o exame normal do cancro da mama que consiste em apalpar a mama antes e depois da menstruação.
Interativo e preocupado com os problemas relatados, o público apresentou as suas dúvidas. Embora tenham admitido a possibilidade de os homens estarem sujeitos à enfermidade, as médicas do HCM afirmaram que não existem ainda números concretos de homens com cancro da mama devido, em parte, a questões culturais e de machismo.
Refira-se que o cancro da mama é, em parte, decorrente de uma série de fatores de risco, como o simples facto de ser mulher, o histórico familiar, a menarca precoce, a predisposição genética hereditária, a idade avançada, a menopausa tardia, mamas densas, obesidade, sedentarismo, o alcoolismo e o uso da terapia de reposição hormonal, entre outros.
Inserido no “Outubro Rosa”, que hoje termina, a iniciativa englobou uma ação de sensibilização, um “workshop” de autoexame da mama e uma interação para partilha de experiências junto do público-alvo sobre esta enfermidade. Iracema Basílio, médica oncologista no Hospital Central de Maputo (HCM), referiu, na sua apresentação, a importância de “todas as pessoas, independentemente da idade, conhecerem o seu corpo e estarem atentas a qualquer alteração”. Segundo dados apresentados por esta especialista, em cada 100 novos casos de cancro oito são da mama e em cada 100 mulheres diagnosticadas com cancro da mama 54 não resistem e perdem a vida. Iracema Basílio afirmou ainda que, dentre as várias causas do cancro da mama, o uso de hormónios e pílulas para retardar a gravidez está entre as razões mais comuns de infeção na juventude. “Outro problema é o número de ocorrências da toma de hormónios sem supervisão médica, o que pode provocar cancro se houver algum caso em evolução”, sustentou a médica do HCM.
Para Luísa Jamisse, também médica do HCM, a incidência do cancro da mama também tem base no perfil psicológico, no histórico familiar, na massa corporal, sendo necessário para a sua prevenção “não consumir bebidas alcoólicas, praticar exercício físico, manter o peso adequado, realizar a mamografia de rastreio e ir regularmente a consultas nos centros de saúde ou hospitais”, afirmou. A melhor técnica para evitar a disseminação da doença é a mamografia, que, segundo Luísa Jamisse, deve ser realizada pelas mulheres a partir dos 45 anos de idade, sobrando para as restantes idades o exame normal do cancro da mama que consiste em apalpar a mama antes e depois da menstruação.
Interativo e preocupado com os problemas relatados, o público apresentou as suas dúvidas. Embora tenham admitido a possibilidade de os homens estarem sujeitos à enfermidade, as médicas do HCM afirmaram que não existem ainda números concretos de homens com cancro da mama devido, em parte, a questões culturais e de machismo.
Refira-se que o cancro da mama é, em parte, decorrente de uma série de fatores de risco, como o simples facto de ser mulher, o histórico familiar, a menarca precoce, a predisposição genética hereditária, a idade avançada, a menopausa tardia, mamas densas, obesidade, sedentarismo, o alcoolismo e o uso da terapia de reposição hormonal, entre outros.