A 17.ª edição da rubrica Xirico é dedicada ao Dia Internacional da Língua Materna que se celebrou a 21 de fevereiro. E destacamos a Língua Portuguesa, a 5.ª mais falada no Mundo e a 3.ª no Ocidente. Para além de Portugal, países como Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Brasil têm o português como Língua Oficial, num total de cerca de 260 milhões de falantes.
Na segunda parte do nosso Xirico, temos o já habitual momento UPA.
A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) recebeu, recentemente, aprovação para fazer parte da comunidade escolar Escola Azul. A designação agora atribuída à EPM-CELP implica o envolvimento ativo na compreensão da influência do Oceano na Humanidade e da nossa influência no Oceano. Esta aprovação, a primeira em 2023, reforça o compromisso da Casa Amarela para com as medidas de prevenção, mitigação e remediação dos impactos da falta de sustentabilidade lecionados nas aulas de Educação para a Cidadania.
O Instituto Cervantes iniciou o período de inscrição, até 15 de março, para as provas do Diploma de Espanhol como Língua Estrangeira (DELE) que decorrerão nos dias 12 e 13 de maio próximo. Os Diplomas de Espanhol como Língua Estrangeira têm sete níveis: DELE A1, A2, B1, B2, C1 e C2, bem como DELE Escolar A2/B1 – o mais adequado para os alunos adolescentes.
A preocupação com os crimes digitais e os mecanismos de rastreamento através da partilha de mensagens de teor ou intenção criminosa, juntou, na noite de ontem, no Auditório Carlos Paredes da EPM-CELP, dezenas de encarregados de educação para descortinarem procedimentos de responsabilização deste tipo de infração que, atualmente, vem atingindo pessoas incautas devido ao hábito de encaminhamentos sem critério. Proferida pelo ex-aluno, advogado e encarregado de educação, Rodrigo Rocha, e o Common Sense Educator, Marco Frazão, a palestra “Conversas de adultos Cidadania Digital 2023” procurou igualmente dotar os presentes de ferramentas legais e de cidadania que visam proteger a si próprios e aos seus dependentes.
Aos pais e encarregados de educação, o professor, com experiência de seis anos na educação para a cidadania digital, falou igualmente do tempo que os filhos gastam em frente ao ecrã, sobretudo os que preferem trancar-se nos quartos durante horas. “O ecrã é um privilégio, não é um direito da criança. Não está escrito em lugar nenhum que é imperioso dar um telemóvel a uma criança, adolescente ou jovem. A criança tem de merecer, tal como damos outras coisas por merecimento”, explicou.