EFEMÉRIDE | EPM-CELP junta-se amanhã às comemorações do Dia Mundial da Filosofia

logo filosComemora-se, amanhã, dia 19 de novembro de 2020, o Dia Mundial da Filosofia. Esta data, recomendada pela UNESCO, é todos os anos assinalada na terceira quinta-feira do mês de novembro e tem como objetivo chamar a atenção para a necessidade do pensamento crítico fundamentado, o qual é estruturante do sentido da vida humana. Este ano, associando-se a este evento, a Área Disciplinar de Filosofia da EPM-CELP realiza um conjunto de atividades online a assinalar a efeméride.

NOVIDADE | Alunos da EPM-CELP examinados para a obtenção do diploma de espanhol - DELE

DELECerca de 45 alunos de várias escolas e instituições de Maputo, dos quais 42 da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP), foram, nos dias 13 e 14 de novembro, submetidos a exames Escolar A2/B1 e B2 para obtenção do Diploma de Espanhol como Língua Estrangeira (DELE), usado para o reconhecimento internacional na candidatura a bolsas de estudos e atribuição de prémios, bem como na obtenção de vistos de estudos em Espanha, tendo validade indefinida.

DESTAQUE | Alunos de Turismo homenageiam Maputo e partilham histórias com os mais pequenos

Homenagem Maputo P1Aludindo ao 133.º aniversário da Cidade de Maputo, ontem celebrado, os alunos da turma do Curso Profissional de Técnico de Turismo homenagearam, hoje, a cidade de Maputo, partilhando histórias com os alunos do 1.º ano do 1º ciclo do ensino básico da EPM-CELP. O momento, repetido em seis salas daquele ano de escolaridade, consistiu na leitura de contos ficcionados e verdadeiros sobre o surgimento de Lourenço Marques e/ou Maputo e contou com muita imaginação, encantamento, magia, interação e descobertas diversas.

Luto | Nota de pesar pelo falecimento da colega Arminda Bapane

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PUBLICAÇÕES EPM-CELP | A História do João Gala-Gala | 06.11.2020

publicacoes epmcelp gala2Este conto, editado em 2017 pela EPM-CELP, baseou-se na biografia de Chico António, músico moçambicano. Pedro Lopes recolhe a voz de Chico António tornando-se o narrador das aventuras de um rapaz que sai do campo para as margens das ruas da cidade, onde semeia amigos e histórias e recolhe sons e harmonias com que mais tarde comporá as suas canções. Luís Cardoso empresta a esta história cor, forma e movimento, integrando-a num cenário fantástico onde o ocre do campo se mescla com as luzes da cidade e dos seus múltiplos recantos e submundos.